Batman & Robin

Batman & Robin

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Encheu o saco


Todos comunas que conheço, sem excessão, nasceram em berço de ouro. Mas bota berço de ouro nisso. É extremamente deprimente ler, ver e ouvir essa gente. Povinho bunda que fala da ditadura sem saber nada do que se trata. Povinho bunda que até hoje chora lágrima de crocodilo. Povinho bunda que se diz cerceado e que dá risada da situação real do povão. Pois é, essa é uma bronca antiga que eu tenho e que de vez em qundo eu tenho necessidade de falar.


Outra é sobre esses colunistas e jornalistas que se dizem avessos ao "jabá". Muito bem. Admirável. Mas, ora bolas, os veículos de comunicação a que estes pilares da ombridade estão apoiados vivem do quê? O bom e velho jabá. Mas para esse outro povinho bunda, é jabá alheio. Eu recebo via indireta. Sacaram? Querem enganar quem?


Outro dia um colunista deu xilique porque apareceu uma propaganda indevida em seu blog. Exigiu desculpas formais dos responsáveis. Caralho, o site onde o blog do moço está hospedado vive do quê? De vento? Desculpem as palavras mais duras, mas não dá para aguentar tanta hipocrisia.


O do olho tapado vive se gabando que não faz merchandising. Um verdadeiro baluarte da hipocrisia. O salário dele é pago como? São senhoras caridosas que poupam todo mês e doam seu dinheirinho para o bonitão? Ou o dinheiro do salário dele vem de propaganda, jabá ou merchandising?


É mais ou menos assim: saca o crente que não bebe? Que é pecado e coisa e tal? Porque essa criatura pode vender bebida se é pecado bebê-la? Fiz essa pergunta a um representante dessa "comunidade" que tem uma vendinha e ele respondeu assim: "Ahhh, mas nesse caso o pecado não é meu... É de quem comprou."


Me dá um tiro.

Sacrilégio...




Esta é a mais nova aquisição do Miguel. Ainda não vi de perto mas as fotos falam por si. A moto está realmente impecável. Parece ser segundo dono. Estou louco para saber mais detalhes.
Para quem não sabe, Miguel Angelo Quaggio, é o mago das clássicas. Tem um dom divino para restaurar motos e garimpar peças. E também é uma pessoa admirável. Volto a dizer, tem o coração maior que o peito.
O título deste post tem muito a ver comigo apenas. Acho um sacrilégio comprar uma Honda, tendo em casa o acervo fenomenal de motos e peças Yamaha. Aqui vale lembrar que o Álvaro, o Robson e eu, estamos tentando lembrá-lo de suas origens fumacentas.

Também lembro que esta aqui é moto de mulher... Acho que a Dilma deve ter uma...

Os olhos mais atentos verão que apenas o escapamento não é original. Ele está devidamente guardado e imune ao tempo, como se pode ver na primeira foto.

É, o Miguel ganhou a sorte grande.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Yamaha


Aproveito a foto do Rossi aí em baixo para falar sobre essa marca de motocicletas. Sou Yamaha Futebol Clube. Acho importante essa coisa de marca. Não me vejo em cima de outra moto. Tive uma época uma XL 83. Fiquei feliz quando ela se foi. Uma porcaria. Aliás, esse é um dos grandes mistérios da minha vida...

Mas falando em moto, a Yamaha é a marca da vanguarda, do desempenho e do ralo. Quer correr? Ande de Yamaha. Quer uma moto e não uma condução? Yamaha. Dizem que não é a pessoa que escolhe a moto e sim a moto que escolhe a pessoa. Verdade. Se me virem em cima de uma Honda, ou é sequestro ou acabou o remédio.

Só vou dar uns nomezinhos para falar da Yamaha: Jarno Saarinen, Kenny Roberts, Valentino Rossi, Giacomo Agoastini, Wayne Rainey, Eddie Lawson e eu.

Na foto o Rossi está usando o amarelo Yamaha de corrida. É o layout de cores mais feliz que eu conheço. Também o mais bonito. Olha o King na OW 500.

A listinha - parte 2 - Os vivos


Essa é fácil. Dou um doce para quem adivinhar quem é o primeirão da lista das minhas celebridades. Começa com Emerson e termina com Fittipaldi. Acertaram. Estou pensando até em colocá-lo como hors concours e falar dos outros doze. O fato é que sem ele esse blog não sairia. Foi ele que deu a coragem a este pequeno fã, para colocar o blog no ar. Então tá combinado. É o Emerson e mais doze. Vamos lá.


Ritchie Blackmore - Jon Surtees - Clint Eastwood - William Shatner - Ian Gillan - Ademir da Guia - Rui Chapéu - Luiz Pereira Bueno - Nelson Piquet - Leonard Nimoy - Bird Clemente - Giacomo Agostini


Ao longo dos dias, uma pequena história de cada um deles. Na foto, Agostini com o bração Rossi.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Alborguetti versus Nostradamus


Não aguento mais esses programas sobre o fim do mundo. Discovery, History e National Geographic não dão moleza. Elevaram o tal de Nostradamus a estatus de celebridade. Ou vai ser um meteoro, um tsunami, uma praga ou uma besta barbuda(neste caso, favor não tirar conclusões precipitadas, deixem o pobre molusco em paz!), mas vai ser encaixado em uma estrofe daqueles versinhos do Nostradamus. Tem neguinho que torce para alguma coisa acontecer só para falar que o velhinho tava certo.

E agora tem o 2012. 21-12-2012, nem palíndromo é. Quero ver a cara desses tontos no dia de natal de 2012. Cara de tacho.

Mas falando em fim do mundo, o mundo não vai acabar. Já acabou, como diria o saudoso Alborguetti. Aquele Deputado do Paraná que tinha o programa Cadeia. Gênio. Ícone de uma geração de programas de TV sanguinários. Criou a célebre frase: "Bandido bom é bandido morto!" O Ratinho era seu repórter. Bons tempos.

Acho que se houvesse um encontro imaginário entre os dois, o Alborguetti iria mandar esse "véio caquético parar de falar besteira!"

Ian Gillan Band


Como disse Jon Lord em uma entrevista: "... com o perdão de uma percepção tardia, eu poderia sustentar aquela situação de caos por um tempo indefinido. Poderia segurar a banda eternamente. Mas isso não aconteceu..."

O fato é que o ritmo insano de trabalho detonou o Deep Purple. Não havia tempo para o lado pessoal e o volume de shows só aumentava. Chegaram a tocar como quarteto várias vezes devido aos problemas de saúde de Blackmore e Gillan.

Um manager mais experiente poderia consertar tudo com um break de dois meses. Dois meses de pausa fariam milagre naquele olho de furacão. Mas não houve tempo. Gillan e Glover partiram. E o Deep Purple acabou. Eu sei, tem o Burn... É legalzinho. Mas o Purple acabou em 73 e não em 76. A prova disso? Perfect Strangers. Olha o que o MK II tinhe de lenha para queimar... Dá raiva de pensar no que perdemos com aquela separação prematura.

Ian Gillan ficou fora do showbizz por dois anos. Descansou, cuidou de sua loja de motos, viajou, bebeu até ver disco-voador e formou a Ian Gillan Band. Tirando os sucessos do Purple, pouca coisa sobrava. Intercalou altos e baixos até a reunião com o Sabbath em 83. A maioria dos fãs do Sabbath odeia o Gillan porque o melhor disco deles, aclamado pela crítica, foi Born Again. Gillan detonou Ozzy.

A sorte é que, mesmo havendo um contrato, o MK II se reuniu novamente. Tony Iommi queria continuar com o projeto Gillan. Aí entrou o maior migué da história: alegando problemas na garganta, o contrato foi rescindido. Meses depois surgiu Perfect Strangers no primeiro lugar da parada britânica... Deve ter sobrado processo por tudo quanto foi lado...

Carnaval


Não tem jeito mesmo. A turma gosta do carnaval. Se mata pelo carnaval. Se endivida pelo carnaval. Se esbalda no carnaval. Depois vem a conta. A conta do bolso quebrado, do orçamento público estourado, do fígado arrebentado, da batida de carro repentina e do tempo perdido.

Mas isso não é nada, ano que vem tem mais. E esse mais é sempre maior. Muita gente vive disso e muita gente vive para isso. Vou parar de reclamar de quem gosta desse negócio. Deixa o barco correr.

O pior é que a única coisa que valia a pena no carnaval foi proibida: o lança perfume. Era legal. Puxa vida, quanto fazer lança... Lembro de uma vez que ficou tão bom que acabou antes mesmo de ir pro salão... Era clorofórmio, sei lá mais o quê e uma fragrância... Vixe, nem isso mais eu lembro, sinal de que queima mesmo os neurôrios...

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

F1 voa?


Voa. Olha aí o Regazzoni que não me deixa mentir. Essa foto foi tirada em Nurburgring, quando ainda era aquela baita pistona. Os tempos de volta eram na casa dos 7 (sete) minutos e os mais velozes viravam sete baixo. O Emerson falou uma vez que demorou uma semana, rodando quase seis horas por dia, para memorizar a sequência de curvas. Também falou que era uma façanha dar uma volta rápida sem placa e sem comunicação com o box naquele meio de floresta durante sete minutos. Bons tempos.


Voltando ao vôo do suíço, imagina um carro de hoje dar uma levantadinha nas quatro como essa foto... O piloto deve ter que parar no box logo depois para resetar o computador ou andar com um cedezinho de boot no pendurado no painel. Sem contar que a bagaça não deve aguentar o tranco.


A altura média dos vôos eram de 25 a 30 cm. Tenho uma foto do Stewart, com o Tyrrel, que deve dar uns 50 cm. Preciso procurar e postar aqui...

Kobayashi san


Kamui Kobayashi. Daqui para a frente simplesmente KK. Já ganhou meu coração. O japa acelera como se não houvesse amanhã. Deu show na Toyota ano passado e já liderou uns testes esse ano. Vai longe se o dreno não entupir. Me lembrou o Verstappen de antes da pancada. Se morrer hoje já fez mais na F1 do que o Poverello. E, se derem equipamento, vai longe na F1.


Gostei do cara, de verdade. Acelera muito, fala pouco, não deve nada para ninguém, quer ser campeão e, o mais importante, não liga para dinheiro ao que parece. O rapaz era funcionário do restaurante do pai no Japão. Se mantiver o desapego à grana, consegue logo seu título mundial. Depois pode pedir o quanto quiser que os neguinhos pagam.


Em tempo: todas as fotos que eu vi nos treinos na Espanha, o japa aparece com o carro de lado...


Boa surpresa. Boa mesmo. Vida longa e próspera KK!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Mike Hawthorn







Veja se o sujeito aí da foto tem cara de campeão do mundo de F1. Corria com esse capacete esquisitão e de gravata. Sempre. Foi campeão em 1958 pela Ferrari. Morreu no ano seguinte em um acidente de carro.



O fato é que esse inglês, morto aos trinta anos, esteve envolvido no maior acidente que o mundo das corridas presenciou em 1955. 82 pessoas morreram e 76 ficaram seriamente mutiladas nas 24 Horas de Le Mans. O curioso é que ele ainda ganhou a prova.



Seu estilo de pilotagem era sensacional e agressivo. A mulherada então o achava um galã de Hollywood. É o verdadeiro Tom Sem Freio.

Coisas bacanas da Internet


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Adolf Galland




Perguntaram uma vez ao General Galland o que ele achava do nazismo. "Apesar de lutar pela Alemanha, não sei o que é isso. Luto pelos meus irmãos compatriotas. Luto pelo meu País. Governos vêm e vão".


Adolf Galland foi, para mim, o maior piloto de caças de todos os tempos. Voou de maneira impecável o Bf 109 e o Me 262. Conquistou a maioria de suas vitórias a bordo do Caça Magistral, o Messerschmitt Bf 109, o avião de maior produção da segunda grande Guerra. Criou várias manobras, como seus compatriotas Immelmann e Boelcke, sendo a mais famosa o Uppercut onde alinhava seu avião em rota de colisão, nariz a nariz e abria uma rápida rajada de fogo do canhão de 30 mm bem na carlinga dos B17 e B24. Era mortal nos dogfights e a passagem mais dramática de sua carreira ocorreu justamente contra um adversário com equipamento inferior. Um esquadrão de P40 fazia uma patrulha sobre os bálcãs e um dos aviões atingiu Galland. O tanque do assoalho do Bf 109 explodiu e a cabine se encheu de fumaça. Sem conseguir ver e seriamente queimado, conseguiu pousar o avião. Apenas algumas horas depois estava no ar e apesar dos ferimentos derrubou mais dois aliados.


Com a derrota se aproximando, a Luftwaffe apressou a entrega de algumas unidades do jato Me 262. Galland logo se adaptou ao novo tipo de impulsor e regimentou alguns de seus melhores homens para integrar o que seria o primeiro grupo de caças a jato do mundo. Utilizavam uma rodovia perto de Munique como campo de pouso. Se tivesse mais tempo, combustível e homens, Galland teria feito mais estrago aos aliados.


Nasceu em 1912 e faleceu em 1996. Obteve 104 vitótias e a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro com Folhas de Carvalho, Espadas e Diamantes. A mais alta condecoração alemã.

Pequena lista


Sacam o filme do Freeman e Nicholson onde eles fazem uma listinha de coisas para se fazer antes de morrer? É mais ou menos isso que eu quero dizer sobre minha lista, só que, de pessoas que eu gostaria de apertar as mãos antes de virar pó. Quando eu começei a pensar nisso me deparei com um problema: tenho que ter uma lista dos que já se foram e uma lista dos que estão por aqui ainda. Outro problema foi achar um número razoável para não ficar interminável e que não fique no presumível número dez. Então escolhi o número doze. Uma dúzia de gente bacana é legal. Soa até bem. Bom, posto isso, aqui vai a lista dos que estão mortos:

- Adolf Galland - Jim Clark - Arthur Stanley Jefferson - Norvell Hardy - Chuck Yeager - Francisco Landi - Steve McQueen - Ciro Cayres - Jarno Saarinen - Walter Lantz - Bruce Hinton - Walther Nowotny


Ao longo dos dias eu vou falando um pouquinho de cada um desses caras e o que fizeram na vida. Na foto, Adolf Galland.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Mangueira


Ontem eu fui a uma feijoada com a Velha Guarda da Mangueira. Quem me conhece pode estranhar um pouco já que sou do rock. Que nada, samba antigo é bom. Melhor ainda se for aqueles da paulicéia de Adoniran. Mas voltemos à Mangueira. Tirando aquele trocadilho infame, lá pelas três da tarde a Mangueira entrou. Tinha uns quatro velhotes e uma quatro senhoras que deram um verdadeiro show de simpatia. Foi bacana. Até dei uma idéia a um diretor do clube para fazermos uma festa com samba paulista apenas.

O engraçado foi dizer a meu filho que eu gostei. Ele colocou a mão na minha testa e perguntou se eu estava febril. Que nada, ele vai ver só quando der uma recaída de Nelson Gonçalves...

Cheiro de fritura no ar...


Alonso demorou mas chegou onde pretende pendurar as luvas: Ferrari. O F10 parece mesmo bem nascido e o espanhol fechou os testes coletivos em primeiro. Já foi o suficiente para Massa correr à imprensa e dizer que a Ferrari não será sua última equipe. Um belo tiro no pé. Volto a dizer, não é a Ferrari que precisa dos pilotos, são os pilotos que precisam da Ferrari. Isso faz 60 anos apenas. E vai ser assim até quando existir um carro vermelho correndo por aí.

Felipe, seu cavalo selado passou. Quase que deu em 2008. Só que esse quase foi o máximo que aconteceu na sua carreira. Deveria ter aproveitado. Novamente voce tem um carro competitivo na mão. Só que o cavalo passou... Ou alguém deste planeta acredita que o Alonso vai tomar tempo do Massa?

Não é torcer contra. É simplesmente ver o óbvio. Pena que não seja a vez de um brasileiro. Mais uma vez.

Caridade


Hoje em dia a gente vê todo mundo pedindo ajuda. Catástrofes naturais, hospitais, orfanatos, asilos... a lista vai longe. E todo mundo conhece alguém que precisa, não é mesmo? Pois bem, eu descobri uma entidade que precisa e que se ninguém se der conta disso, a coisa pode ficar feia. É o pronto socorro da Santa Casa de Jaú. Explico. De nada adianta seu plano de saúde, seu dinheiro ou sua posição na sociedade se o seu pronto atendimento não funcionar. Há pouco tempo um caso serviu de exemplo aqui na cidade. Um sujeito muito rico, com um baita plano de saúde, aquele que tem até jatinho e helicóptero foi encaminhado ao PS para aguardar o seu resgate. Morreu. Morreu porque o PS não estava aparelhado. Então, mané, se tem que ajudar, ajude quem precisa servir você mesmo.

O próprio nome explica o lugar: Pronto Socorro. E acidentes acontecem com todo mundo. Bem entendido que o termo acidente vai desde um infarto até uma queda de bicicleta na rua. Aí é que o acaso nivela todo mundo.

E é o tipo de ajuda que todo mundo vê. Deu para entender o mecanismo da coisa? Não? Então reza para não precisar mané.

Baton na cueca...


Das expressões que existem para definir algo que não tem como explicar, fico com esta: baton na cueca. Realmente fica difícil de explicar. O mais novo caso de baton na cueca foi do nosso querido e super-ultra polticamente correto âncora Boris Casoy. O caso da mensagem de Natal dada pelos garis e, devidamente escrachada pelo Boris, fez estrago. Que beleza, triturar dois pobres garis em pleno ar. O cara deve estar até agora querendo matar o operador de som que não cortou o microfone a tempo de evitar a tragédia. Dançou Boris. Assim como dançou o Ricúpero, lembram? O da parabólica? O pior é que o comentário não pode ser enquadrado como uma simples gafe. Foi longo e recheado de sarcasmo. Imitando o próprio, uma vergonha! Será que a simples nota com o pedido de desculpas resolve o caso? Ou era o caso, dos garis fazerem um caso? Tá mais para cazzo, Boris.

Em tempo, dizem que o Boris imita terrivelmente bem a Velhinha Surda da Praça é Nossa. O emprego tá garantido na TV pelo menos.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Pobreza de espírito


Do alto de sua brilhante carreira no automobilismo, o senhor Poverello deu um conselho a Rosberg:" Caia fora! Se soubesse o que eu sei, estaria preocupado." O assunto se trata sobre a sua interminável veia de lastimações e amarguras dos tempos de Ferrari. Não gosto do piloto Poverello. Não gosto de sua carreira direcionada apenas ao lucro. Não gosto nem ao menos de suas pobres e parcas conquistas dentro da F1. Essa historiazinha de que nunca o deixaram ganhar, de que sempre o sabotaram, de que sabe de coisas terríveis dos bastidores da Ferrari encheu o picuá. Poverello, voce é um baita pilotinho medíocre. Rancoroso, amargo, pensa que sabe, pensa que todo mundo engole seu peixe, pensa que é bom, pensa que é quem para dar conselhos?

A imagem que fica é aquela do repórter Vesgo perguntando ao Schumacher o que ele faria se acordasse na pele do Poverello por apenas um dia: eu iria chorar! É isso mesmo: chorar! Não tem mais muito o que fazer além disso.

Poverello, um conselho: dá uma de macho e vomita tudo o que supostamente voce sabe e tem a dizer. Quem sabe aí alguém se comova com sua historiazinha de segundo piloto.

Quem me conhece sabe que eu sempre disse que poderia até acreditar um pouco no Poverello se ele sempre estivesse colado na caixa de câmbio do Alemão. Mas não. Era uma ou outra corrida que o cara se dava bem.

Piloto medíocre. Só seu marketeiro é genial. Há 17 anos fazendo a F1 engolir uma mentira.

Fico com a piada que ouvi outro dia: o Auto-Rama do Poverello é a corda...

Cidade maravilhosa




Nunca tinha ido ao Rio. Pelo que sabia através dos outros e da TV, era o local que menos queria ir na minha vida. Ano passado fui a trabalho e passei uma semana lá. Posso dizer que passei uma semana onde Deus criou um lugar que não existe igual. Um lugar com tantos problemas, com tantas injustiças, que consegue ao mesmo tempo ser um lugar maravilhoso. A acolhida do carioca é sem igual, a comida idem, a cerveja sempre gelada. Vale destacar o risoto de camarão na Ilha do Governador, em um restaurante onde a fachada não faz juz ao prato. Conheci o Engenhão e as Laranjeiras, não deu para ir ao Maracanã. Outra coisa que fez a visita especial foi poder andar na cidade com quem conheçe. Meu amigo Antonio Roque sabe das coisas. Só o trânsito irrita. Irrita muito. Dez vezes mais que o de São Paulo.


Bom, deixei o Cristo para o final. Ainda não consegui escolher bem as palavras para expressar o que eu vi lá em cima. Realmente foi um toque de mestre o local escolhido para erguer a estátua. Mas o que mais impressiona é a vontade de ficar por lá. Só. Ficar lá em cima com o chefe vale a pena. Muito.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Viagem ao fundo do mar


Caramba, hoje eu descobri uma coisa que me deixou puto da vida. Sempre gostei deste seriado e só não tenho ainda em dvd porque as cópias que encontrei são um lixo. Qualquer hora aparece uma coleção com imagens boas. Mas é o seguinte: assim como a Enterprise, o submarino da série é um primor de desenho. O Civil é elegante e bonito. A parte que eu mais gosto é a doca do subvoador, no nariz do submarino. Também os atores são de primeira. Vale lembrar que a série precisou encontrar um gênio faz tudo para a sala de máquinas do submarino tamanho o sucesso de Scott em Jornada nas Estrelas, surgiu aí então o Kowalski. Está imortalizado também como um dos pinguins de Madagascar. Bom, a notícia é que, os malditos tapuias que dublavam o seriado, se referiam ao submarino como Civil. O correto é Seaview. Palhaçada. E olha que existem vários vasos de guerra americanos com o nome Civil. Se eu morresse hoje, acreditaria piamente que era Civil.